.23/01 – Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar…

.23/01 – Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar…

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026.

Evangelho (Mc 3,13-19)

“Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar…”

Naquele tempo, 13Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. 14Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, 15com autoridade para expulsar os demônios. 16Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; 17Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do trovão”; 18André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, 19e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu.

Reflexão

A primeira frase do evangelho de hoje começa indicando que Jesus subiu à montanha para rezar. Os montes na Bíblia são os lugares para a teofania, isto é, lugar de presença, revelação e ação de Deus. E Jesus tem uma ação muito importante a ser realizada: a escolha dos Doze. Jesus quer preparar os guias, os futuros pilares do futuro povo de Deus, a Igreja. Ao escolhê-los, Cristo associa-os estreitamente à sua vida, à sua missão e à sua autoridade e poder. No grupo dos doze havia grande diversidade de caráter e de condicionamentos prévios. É interessante distinguir as etapas na vocação dos Apóstolos. Primeiro foi a resposta de seguimento pessoal à chamada de um mestre que causa impacto pela sua autoridade: “vem, segue-me”. Depois Jesus designa Doze entre os seus discípulos e os nomeia oficialmente Apóstolos, isto é, enviados. Um por cada uma das doze tribos de Israel. Acentua-se ainda fortemente o testemunho e a evangelização, como incumbência básica dos vocacionados. Nós também necessitamos aprofundar constantemente as primeiras motivações do nosso seguimento de Cristo para crescer cada vez mais no conhecimento da sua pessoa, da sua obra e da sua mensagem, assim como no amor e na fidelidade.

Pe. Paulo Eduardo Jácomo, SDB

 

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