{"id":3323,"date":"2021-11-29T12:18:50","date_gmt":"2021-11-29T12:18:50","guid":{"rendered":"https:\/\/unisale.com.br\/pastoral\/?p=3323"},"modified":"2021-12-07T14:00:21","modified_gmt":"2021-12-07T14:00:21","slug":"retiro-espiritual-dezembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unisale.com.br\/pastoral\/retiro-espiritual-dezembro\/","title":{"rendered":"Retiro Espiritual &#8211; Dezembro"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1109\" src=\"https:\/\/unisale.com.br\/pastoral\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/COMO-FAZER-o-retiro-espiritual-1536x352-1-768x176-1.png\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"176\" srcset=\"https:\/\/unisale.com.br\/pastoral\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/COMO-FAZER-o-retiro-espiritual-1536x352-1-768x176-1.png 768w, https:\/\/unisale.com.br\/pastoral\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/COMO-FAZER-o-retiro-espiritual-1536x352-1-768x176-1-300x69.png 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RETIRO DO M\u00caS DE DEZEMBRO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste m\u00eas de dezembro trago como proposta para meditarmos no nosso Retiro Mensal, o tema do Natal. Este Tempo \u00e9 para n\u00f3s Tempo de Luz. A esperan\u00e7a se renova em cada cora\u00e7\u00e3o humano, apesar de todas as adversidades. Um pobre menino nascido numa manjedoura nasceu para ser o Salvador da Humanidade. N\u00e3o existe nenhum poder do mal que possa vencer este menino, o Emanuel, o Deus conosco. Nasceu para n\u00e3o nos deixar sozinhos. Ele nos acompanha at\u00e9 \u2018o fim dos tempos\u2019. \u00c9 um fr\u00e1gil menino que contemplamos no pres\u00e9pio, mas Ele \u00e9 o pr\u00f3prio Deus com toda a sua for\u00e7a Criadora e Redentora. Ele vem para nos direcionar. Vem para nos dizer que precisar escolher a Luz e n\u00e3o as trevas. A rea\u00e7\u00e3o de cada um de n\u00f3s diante de um Deus que se fez menino n\u00e3o poderia ser outra se n\u00e3o a alegria: \u00abEis que vos anuncio uma grande alegria\u00bb (Lc 2, 10). A alegria que em n\u00f3s deve ser evidente. Apesar de toda tribula\u00e7\u00e3o, de todas as raz\u00f5es para estarmos desanimados, Deus n\u00e3o quer nos ver com o rosto triste, pois apesar de tudo, \u00e9 o Amor que sempre vence! Como escreveu o Papa Bento XVI: <em>\u201cMas demos um passo em frente: de onde prov\u00e9m esta alegria? Diria que vem da admira\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o ao ver como Deus est\u00e1 pr\u00f3ximo de n\u00f3s, como Deus pensa em n\u00f3s, como Deus age na hist\u00f3ria; por conseguinte, \u00e9 uma alegria que nasce da contempla\u00e7\u00e3o do rosto daquele menino humilde porque sabemos que \u00e9 o Rosto de Deus presente para sempre na humanidade, para n\u00f3s e conosco. O Natal \u00e9 alegria porque vemos e finalmente temos a certeza de que Deus \u00e9 o bem, a vida, a verdade do homem e se abaixa at\u00e9 ao homem, para o elevar a Si: Deus torna-se t\u00e3o pr\u00f3ximo que o podemos ver e tocar\u201d.<\/em> <em>O Natal \u00e9 o ponto no qual C\u00e9u e terra se unem, e v\u00e1rias express\u00f5es que ouvimos nestes dias ressaltam a grandeza de quanto aconteceu: o distante \u2014 Deus parece muito longe \u2014 tornou-se pr\u00f3ximo; \u00abo inacess\u00edvel quis ser alcan\u00e7\u00e1vel, Ele que existe antes do tempo come\u00e7ou a estar no tempo, o Senhor do universo, ocultando a grandeza da sua majestade, assumiu a natureza de servo\u00bb <a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<p>Nos preparemos para a grande festa do Natal que se aproxima. Preparemos o nosso esp\u00edrito, a nossa casa, a nossa fam\u00edlia para vivermos este grande Mist\u00e9rio de Luz e de Alegria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Rezemos:<\/p>\n<p><em>&#8220;Deus Esp\u00edrito Santo, renova a nossa vida: envia a Tua luz e d\u00e1-nos coragem e for\u00e7a. Vem, Esp\u00edrito Santo. Vem a n\u00f3s com Teus dons: bondade, mansid\u00e3o e paci\u00eancia. Vem, Esp\u00edrito Santo. N\u00e3o permitas que o mal nos destrua, mas ajuda-nos a superar o mal pelo bem. Vem, Esp\u00edrito Santo. Dirige nosso pensamento e nossa a\u00e7\u00e3o, ajuda-nos na nossa fraqueza, pois sem Ti nada podemos fazer. Vem, Esp\u00edrito Santo. Faze-nos boas testemunhas de Cristo e deixa-nos encontrar alegria junto de Ti. Vem, Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m!&#8221;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Medita\u00e7\u00e3o I: \u201cNatal, Tempo de luz, Tempo para renovar a esperan\u00e7a, Tempo da Alegria\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estou contente por acolher-vos nesta primeira Audi\u00eancia geral do novo ano e de todo o cora\u00e7\u00e3o ofere\u00e7o \u00e0s vossas fam\u00edlias meus fervorosos melhores votos. O Senhor do tempo e da hist\u00f3ria guie os nossos passos no caminho do bem e conceda a cada um, abund\u00e2ncia de gra\u00e7a e prosperidade. Ainda circundados pela luz do Santo Natal, que nos convida \u00e0 alegria pela vinda do Salvador, estamos hoje na vig\u00edlia da Epifania, em que celebramos a manifesta\u00e7\u00e3o do Senhor a todos os povos. A festa de Natal continua a fascinar-nos ainda hoje, mais que qualquer outra das grandes festas da Igreja; fascina porque todos, de algum modo, intuem que o nascimento de Jesus tem a ver com as aspira\u00e7\u00f5es e esperan\u00e7as mais profundas do homem. O consumismo pode diminuir essa nostalgia interior, mas, se no cora\u00e7\u00e3o h\u00e1 o desejo de acolher aquele Menino que traz a novidade de Deus, que veio para nos dar a vida em plenitude, as luzes das decora\u00e7\u00f5es natalinas podem tornar-se, acima de tudo, um reflexo da Luz que se acendeu com a encarna\u00e7\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nas celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas destes dias santos, vivemos de modo misterioso, mas real, o ingresso do Filho de Deus no mundo e fomos iluminados mais uma vez pela luz de seu fulgor. Toda a celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 presen\u00e7a atual do mist\u00e9rio de Cristo e nessa se prolonga a hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o. A prop\u00f3sito do Natal, o Papa S\u00e3o Le\u00e3o Magno afirma: \u201cApesar de a sucess\u00e3o das a\u00e7\u00f5es corp\u00f3reas ter passado, como foi ordenado antecipadamente pelo projeto eterno [\u2026], todavia n\u00f3s adoramos continuamente o mesmo parto da Virgem que produz a nossa salva\u00e7\u00e3o\u201d (Sermone sul Natale del Signore 29,2), e precisa: \u201cporque aquele dia n\u00e3o passou de tal modo que tamb\u00e9m tenha passado o poder que ent\u00e3o foi revelado\u201d (Sermone sull\u2019Epifania 36,1). Celebrar os eventos da encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus n\u00e3o \u00e9 simples recorda\u00e7\u00e3o de fatos do passado, mas tornar presentes os mist\u00e9rios portadores de salva\u00e7\u00e3o. Na Liturgia, na celebra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos, os mist\u00e9rios fazem-se atuais e tornam-se eficazes para n\u00f3s, hoje. Ainda S\u00e3o Le\u00e3o Magno afirma: \u201cTudo aquilo que o Filho de Deus fez e ensinou para reconciliar o mundo, n\u00e3o o conhecemos atrav\u00e9s de narra\u00e7\u00f5es feitas no passado, mas estamos sob o efeito do dinamismo de tais a\u00e7\u00f5es presentes\u201d (Sermone 52,1).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Constitui\u00e7\u00e3o sobre a Sagrada Liturgia, o Conc\u00edlio Vaticano II sublinha como a obra da salva\u00e7\u00e3o realizada por Cristo continua na Igreja mediante a celebra\u00e7\u00e3o dos santos mist\u00e9rios, gra\u00e7as \u00e0 a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. J\u00e1 no Antigo testamento, no caminho rumo \u00e0 plenitude da f\u00e9, temos testemunhos de como a presen\u00e7a de Deus foi mediada atrav\u00e9s de sinais, por exemplo, aquele do fogo (cf. Es 3,2ss; 19,18). Mas, a partir da Encarna\u00e7\u00e3o, acontece algo de desconcertante: o regime de contato salv\u00edfico com Deus transforma-se radicalmente e a carne torna-se o instrumento da salva\u00e7\u00e3o: \u201cVerbum caro factum est\u201d, \u201co Verbo se fez carne\u201d, escreve o Evangelista Jo\u00e3o, e um autor crist\u00e3o do s\u00e9culo III, Tertulliano, afirma: \u201cCaro salutis est cardo\u201d, \u201ca carne \u00e9 o princ\u00edpio essencial da salva\u00e7\u00e3o\u201d (De carnis resurrectione, 8,3: PL 2,806).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Natal \u00e9 j\u00e1 a prim\u00edcia do \u201csacramentum-mysterium paschale\u201d, \u00e9, ou seja, o in\u00edcio do mist\u00e9rio central da salva\u00e7\u00e3o que culmina na paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, porque Jesus come\u00e7a a oferta de si mesmo por amor desde o primeiro instante da sua exist\u00eancia humana no ventre da Virgem Maria. A noite de Natal est\u00e1, portanto, profundamente ligada \u00e0 grande vig\u00edlia da P\u00e1scoa, quando a reden\u00e7\u00e3o se completa no sacrif\u00edcio glorioso do Senhor morto e ressuscitado. O pr\u00f3prio pres\u00e9pio, como imagem da encarna\u00e7\u00e3o do Verbo, \u00e0 luz do relato evang\u00e9lico, alude j\u00e1 \u00e0 P\u00e1scoa e \u00e9 interessante ver como em alguns \u00edcones da natividade na tradi\u00e7\u00e3o oriental, Jesus Menino \u00e9 representado envolto em faixas e deposto em uma manjedoura que tem a forma de um sepulcro; uma alus\u00e3o ao momento em que Ele ser\u00e1 deposto da cruz, envolto em um pano e colocado no sepulcro cavado na rocha (cf. Lc 2,7; 23,53). Encarna\u00e7\u00e3o e P\u00e1scoa n\u00e3o est\u00e3o uma ao lado da outra, mas s\u00e3o os dois pontos chave insepar\u00e1veis da \u00fanica f\u00e9 em Jesus Cristo, o Filho de Deus Encarnado e Redentor. Cruz e Ressurrei\u00e7\u00e3o pressup\u00f5em a Encarna\u00e7\u00e3o. S\u00f3 porque verdadeiramente o Filho, e n\u2019Ele Deus mesmo, \u201cdesceu\u201d e \u201cse fez carne\u201d, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus s\u00e3o eventos que se tornam nossos contempor\u00e2neos e dizem respeito a n\u00f3s, livram-nos da morte e abrem-nos um futuro em que esta \u201ccarne\u201d, a exist\u00eancia terrena e transit\u00f3ria, entrar\u00e1 na eternidade de Deus. Nessa perspectiva unit\u00e1ria do Mist\u00e9rio de Cristo, a visita ao pres\u00e9pio orienta \u00e0 visita \u00e0 Eucaristia, onde encontramos presente, de modo real, o Cristo crucificado e ressuscitado, o Cristo vivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica do Natal, portanto, n\u00e3o \u00e9 somente recorda\u00e7\u00e3o, mas sobretudo mist\u00e9rio; n\u00e3o \u00e9 somente mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m presen\u00e7a. Para colher o sentido desses dois aspectos insepar\u00e1veis, \u00e9 preciso viver intensamente todo o Tempo natal\u00edcio como a Igreja o apresenta. Se o consideramos em sentido lato, isso se estende por quarenta dias, do 25 de dezembro ao 2 de fevereiro, da celebra\u00e7\u00e3o da Noite de Natal, \u00e0 Maternidade de Maria, \u00e0 Epifania, ao Batismo de Jesus, \u00e0s n\u00fapcias de Can\u00e1, \u00e0 Apresenta\u00e7\u00e3o no Templo, exatamente em analogia com o Tempo pascal, que forma uma unidade de cinquenta dias, at\u00e9 Pentecostes. A manifesta\u00e7\u00e3o de Deus na carne \u00e9 o acontecimento que revelou a Verdade na hist\u00f3ria. Com efeito, a data de 25 de dezembro, ligada \u00e0 ideia da manifesta\u00e7\u00e3o solar \u2013 Deus que aparece como luz sem ocaso no horizonte da hist\u00f3ria \u2013, recorda-nos que n\u00e3o se trata somente de uma ideia, aquela de que Deus \u00e9 a plenitude da luz, mas de uma realidade para n\u00f3s homens j\u00e1 realizada e sempre atual: hoje, como naquele tempo, Deus revela-se na carne, isto \u00e9, no \u201ccorpo vivo\u201d da Igreja peregrina no tempo, e nos Sacramentos doa-nos hoje a salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os s\u00edmbolos das celebra\u00e7\u00f5es natalinas, recordados pelas Leituras e pelas ora\u00e7\u00f5es, d\u00e3o \u00e0 liturgia deste Tempo um sentido profundo de \u201cepifania\u201d de Deus no seu Cristo-Verbo encarnado, isto \u00e9, de \u201cmanifesta\u00e7\u00e3o\u201d que possui tamb\u00e9m um significado escatol\u00f3gico, ou seja, orienta ao fim dos tempos. J\u00e1 no Advento, as duas vindas, aquela hist\u00f3rica e aquela no fim da hist\u00f3ria, estavam diretamente ligadas; mas \u00e9 em particular na Epifania e no Batismo de Jesus que a manifesta\u00e7\u00e3o messi\u00e2nica celebra-se na perspectiva das expectativas escatol\u00f3gicas: a consagra\u00e7\u00e3o messi\u00e2nica de Jesus, Verbo encarnado, mediante a efus\u00e3o do Esp\u00edrito Santo de forma vis\u00edvel, leva ao cumprimento do tempo das promessas e inaugura os \u00faltimos tempos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dirimir este Tempo natal\u00edcio de um revestimento somente moralista e sentimental. A celebra\u00e7\u00e3o do Natal n\u00e3o nos prop\u00f5e somente exemplos a imitar, como aqueles da humildade e pobreza do Senhor, a sua bondade e amor pelos homens; mas \u00e9, mais que tudo, o convite a deixarmo-nos transformar totalmente por Aquele que entrou na nossa carne. S\u00e3o Le\u00e3o Magno exclama: \u201co Filho de Deus [\u2026] veio a n\u00f3s e levou-nos para si de tal modo que o rebaixamento de Deus \u00e0 condi\u00e7\u00e3o humana se tornasse uma eleva\u00e7\u00e3o do homem \u00e0s alturas de Deus\u201d (Sermone sul Natale del Signore 27,2). A manifesta\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 destinada \u00e0 nossa participa\u00e7\u00e3o na vida divina, \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o em n\u00f3s do mist\u00e9rio da sua encarna\u00e7\u00e3o. Tal mist\u00e9rio \u00e9 o cumprimento da voca\u00e7\u00e3o do homem. Ainda S\u00e3o Le\u00e3o Magno explica a import\u00e2ncia concreta e sempre atual para a vida crist\u00e3 do mist\u00e9rio do Natal: \u201cas palavras do Evangelho e dos Profetas [\u2026] inflamam o nosso esp\u00edrito e nos ensinam a compreender a natividade do Senhor, esse mist\u00e9rio do Verbo feito carne, n\u00e3o tanto como uma recorda\u00e7\u00e3o de um acontecimento passado, mas como um fato que se desenrola sob os nossos olhos [\u2026] \u00e9 como se tiv\u00e9ssemos ainda proclamado na solenidade de hoje: \u2018Vos anuncio uma grande alegria, que o ser\u00e1 para todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para v\u00f3s um Salvador, que \u00e9 o Cristo Senhor&#8217;\u201d (Sermone sul Natale del Signore 29,1). E acrescenta: \u201cReconhece, crist\u00e3o, a tua dignidade, e, feito participante da natureza divina, cuida para n\u00e3o cair, com uma conduta indigna, de tal grandeza \u00e0 primitiva baixeza\u201d (Sermone 1 sul Natale del Signore, 3).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Queridos amigos, vivamos este Tempo natal\u00edcio com intensidade: ap\u00f3s termos adorado o Filho de Deus feito homem e depositado na manjedoura, somos chamados a ir ao altar do Sacrif\u00edcio, onde Cristo, o P\u00e3o vivo descido do c\u00e9u, se oferece a n\u00f3s como verdadeiro alimento para a vida eterna. E isso que vimos com os nossos olhos, na mesa da Palavra e do p\u00e3o da Vida, isso que contemplamos, isso que nossas m\u00e3os tocaram, ou seja, o Verbo feito carne, anunciamo-lo com alegria ao mundo generosamente com toda a nossa vida. Renovo, de cora\u00e7\u00e3o, a todos v\u00f3s e aos vossos queridos sauda\u00e7\u00f5es para o Novo Ano e desejo-vos uma boa festividade da Epifania.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>Medita\u00e7\u00e3o II:<\/strong> <strong>\u201cO Pres\u00e9pio \u00e9 como um Evangelho vivo que transvaza das p\u00e1ginas da Sagrada Escritura\u201d<\/strong><a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1 &#8211; O Sinal Admir\u00e1vel do Pres\u00e9pio, muito amado pelo povo crist\u00e3o, n\u00e3o cessa de suscitar maravilha e enlevo. Representar o acontecimento da natividade de Jesus equivale a anunciar, com simplicidade e alegria, o mist\u00e9rio da encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus. De fato, o Pres\u00e9pio \u00e9 como um Evangelho vivo que transvaza das p\u00e1ginas da Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo que contemplamos a representa\u00e7\u00e3o do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atra\u00eddos pela humildade d\u2019Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrir que nos ama tanto, que Se uniu a n\u00f3s para podermos, tamb\u00e9m n\u00f3s, unir-nos a Ele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com esta Carta, quero apoiar a tradi\u00e7\u00e3o bonita das nossas fam\u00edlias prepararem o Pres\u00e9pio, nos dias que antecedem o Natal, e tamb\u00e9m o costume de o armarem nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas pra\u00e7as\u2026 Trata-se verdadeiramente dum exerc\u00edcio de imagina\u00e7\u00e3o criativa, que recorre aos mais variados materiais para produzir, em miniatura, obras-primas de beleza. Aprende-se em crian\u00e7a, quando o pai e a m\u00e3e, juntamente com os av\u00f3s, transmitem este gracioso costume, que encerra uma rica espiritualidade popular. Almejo que esta pr\u00e1tica nunca desapare\u00e7a; mais, espero que a mesma, onde porventura tenha ca\u00eddo em desuso, se possa redescobrir e revitalizar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2 &#8211; A origem do Pres\u00e9pio fica-se a dever, antes de mais nada, a alguns pormenores do nascimento de Jesus em Bel\u00e9m, referidos no Evangelho. O evangelista Lucas limita-se a dizer que, tendo-se completado os dias de Maria dar \u00e0 luz, \u00abteve o seu filho primog\u00eanito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por n\u00e3o haver lugar para eles na hospedaria\u00bb (2, 7). Jesus \u00e9 colocado numa manjedoura, que, em latim, se diz praesepium, donde vem a nossa palavra pres\u00e9pio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao entrar neste mundo, o Filho de Deus encontra lugar onde os animais v\u00e3o comer. A palha torna-se a primeira enxerga para Aquele que Se h\u00e1 de revelar como \u00abo p\u00e3o vivo, o que desceu do c\u00e9u\u00bb (Jo 6, 51). Uma simbologia, que j\u00e1 Santo Agostinho, a par doutros Padres da Igreja, tinha entrevisto quando escreveu: \u00abDeitado numa manjedoura, torna-Se nosso alimento\u00bb.[1] Na realidade, o Pres\u00e9pio inclui v\u00e1rios mist\u00e9rios da vida de Jesus, fazendo-os aparecer familiares \u00e0 nossa vida di\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Passemos agora \u00e0 origem do Pres\u00e9pio, tal como n\u00f3s o entendemos. A mente leva-nos a Greccio, no Vale de Rieti; aqui se deteve S\u00e3o Francisco, provavelmente quando vinha de Roma onde recebera, do Papa Hon\u00f3rio III, a aprova\u00e7\u00e3o da sua Regra em 29 de novembro de 1223. Aquelas grutas, depois da sua viagem \u00e0 Terra Santa, faziam-lhe lembrar de modo particular a paisagem de Bel\u00e9m. E \u00e9 poss\u00edvel que, em Roma, o \u00abPoverello\u00bb de Assis tenha ficado encantado com os mosaicos, na Bas\u00edlica de Santa Maria Maior, que representam a natividade de Jesus e se encontram perto do lugar onde, segundo uma antiga tradi\u00e7\u00e3o, se conservam precisamente as t\u00e1buas da manjedoura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As Fontes Franciscanas narram, de forma detalhada, o que aconteceu em Greccio. Quinze dias antes do Natal, Francisco chamou Jo\u00e3o, um homem daquela terra, para lhe pedir que o ajudasse a concretizar um desejo: \u00abQuero representar o Menino nascido em Bel\u00e9m, para de algum modo ver com os olhos do corpo os inc\u00f4modos que Ele padeceu pela falta das coisas necess\u00e1rias a um rec\u00e9m-nascido, tendo sido reclinado na palha duma manjedoura, entre o boi e o burro\u00bb.[2] Mal acabara de o ouvir, o fiel amigo foi preparar, no lugar designado, tudo o que era necess\u00e1rio segundo o desejo do Santo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No dia 25 de dezembro, chegaram a Greccio muitos frades, vindos de v\u00e1rios lados, e tamb\u00e9m homens e mulheres das casas da regi\u00e3o, trazendo flores e tochas para iluminar aquela noite santa. Francisco, ao chegar, encontrou a manjedoura com palha, o boi e o burro. \u00c0 vista da representa\u00e7\u00e3o do Natal, as pessoas l\u00e1 reunidas manifestaram uma alegria indescrit\u00edvel, como nunca tinham sentido antes. Depois o sacerdote celebrou solenemente a Eucaristia sobre a manjedoura, mostrando tamb\u00e9m deste modo a liga\u00e7\u00e3o que existe entre a Encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus e a Eucaristia. Em Greccio, naquela ocasi\u00e3o, n\u00e3o havia figuras; o Pres\u00e9pio foi formado e vivido pelos que estavam presentes.[3]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim nasce a nossa tradi\u00e7\u00e3o: todos \u00e0 volta da gruta e repletos de alegria, sem qualquer dist\u00e2ncia entre o acontecimento que se realiza e as pessoas que participam no mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro bi\u00f3grafo de S\u00e3o Francisco, Tom\u00e1s de Celano, lembra que naquela noite, \u00e0 simples e comovente representa\u00e7\u00e3o se veio juntar o dom duma vis\u00e3o maravilhosa: um dos presentes viu que jazia na manjedoura o pr\u00f3prio Menino Jesus. Daquele Pres\u00e9pio do Natal de 1223, \u00abtodos voltaram para suas casas cheios de inef\u00e1vel alegria\u00bb[4].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3 &#8211; Com a simplicidade daquele sinal, S\u00e3o Francisco realizou uma grande obra de evangeliza\u00e7\u00e3o. O seu ensinamento penetrou no cora\u00e7\u00e3o dos crist\u00e3os, permanecendo at\u00e9 aos nossos dias como uma forma genu\u00edna de repropor, com simplicidade, a beleza da nossa f\u00e9. Ali\u00e1s, o pr\u00f3prio lugar onde se realizou o primeiro Pres\u00e9pio sugere e suscita estes sentimentos. Greccio torna-se um ref\u00fagio para a alma que se esconde na rocha, deixando-se envolver pelo sil\u00eancio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por que motivo suscita o Pres\u00e9pio tanto enlevo e nos comove? Antes de mais nada, porque manifesta a ternura de Deus. Ele, o Criador do universo, abaixa-Se at\u00e9 \u00e0 nossa pequenez. O dom da vida, sempre misterioso para n\u00f3s, fascina-nos ainda mais ao vermos que Aquele que nasceu de Maria \u00e9 a fonte e o sustento de toda a vida. Em Jesus, o Pai deu-nos um irm\u00e3o, que vem procurar-nos quando estamos desorientados e perdemos o rumo, e um amigo fiel, que est\u00e1 sempre ao nosso lado; deu-nos o seu Filho, que nos perdoa e levanta do pecado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Armar o Pres\u00e9pio em nossas casas ajuda-nos a reviver a hist\u00f3ria sucedida em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Naturalmente os Evangelhos continuam a ser a fonte, que nos permite conhecer e meditar aquele Acontecimento; mas, a sua representa\u00e7\u00e3o no Pres\u00e9pio ajuda a imaginar as v\u00e1rias cenas, estimula os afetos, convida a sentir-nos envolvidos na hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o, contempor\u00e2neos daquele evento que se torna vivo e atual nos mais variados contextos hist\u00f3ricos e culturais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De modo particular, desde a sua origem franciscana, o Pres\u00e9pio \u00e9 um convite a \u00absentir\u00bb, a \u00abtocar\u00bb a pobreza que escolheu, para Si mesmo, o Filho de Deus na sua encarna\u00e7\u00e3o, tornando-se assim, implicitamente, um apelo para O seguirmos pelo caminho da humildade, da pobreza, do despojamento, que parte da manjedoura de Bel\u00e9m e leva at\u00e9 \u00e0 Cruz, e um apelo ainda a encontr\u00e1-Lo e servi-Lo, com miseric\u00f3rdia, nos irm\u00e3os e irm\u00e3s mais necessitados (cf. Mt 25, 31-46).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4 &#8211; Gostava agora de repassar os v\u00e1rios sinais do Pres\u00e9pio para apreendermos o significado que encerram. Em primeiro lugar, representamos o c\u00e9u estrelado na escurid\u00e3o e no sil\u00eancio da noite. Fazemo-lo n\u00e3o apenas para ser fi\u00e9is \u00e0s narra\u00e7\u00f5es do Evangelho, mas tamb\u00e9m pelo significado que possui. Pensemos nas vezes sem conta que a noite envolve a nossa vida. Pois bem, mesmo em tais momentos, Deus n\u00e3o nos deixa sozinhos, mas faz-Se presente para dar resposta \u00e0s quest\u00f5es decisivas sobre o sentido da nossa exist\u00eancia: Quem sou eu? Donde venho? Por que nasci neste tempo? Por que amo? Por que sofro? Por que hei de morrer? Foi para dar uma resposta a estas quest\u00f5es que Deus Se fez homem. A sua proximidade traz luz onde h\u00e1 escurid\u00e3o, e ilumina a quantos atravessam as trevas do sofrimento (cf. Lc 1, 79).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Merecem tamb\u00e9m uma refer\u00eancia as paisagens que fazem parte do Pres\u00e9pio; muitas vezes aparecem representadas as ru\u00ednas de casas e pal\u00e1cios antigos que, nalguns casos, substituem a gruta de Bel\u00e9m tornando-se a habita\u00e7\u00e3o da Sagrada Fam\u00edlia. Parece que estas ru\u00ednas se inspiram na Legenda \u00c1urea, do dominicano Jacopo de Varazze (s\u00e9culo XIII), onde se refere a cren\u00e7a pag\u00e3 segundo a qual o templo da Paz, em Roma, iria desabar quando desse \u00e0 luz uma Virgem. Aquelas ru\u00ednas s\u00e3o sinal vis\u00edvel sobretudo da humanidade deca\u00edda, de tudo aquilo que cai em ru\u00edna, que se corrompe e definha. Este cen\u00e1rio diz que Jesus \u00e9 a novidade no meio dum mundo velho, e veio para curar e reconstruir, para reconduzir a nossa vida e o mundo ao seu esplendor origin\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5 &#8211; Uma grande emo\u00e7\u00e3o se deveria apoderar de n\u00f3s, ao colocarmos no Pres\u00e9pio as montanhas, os riachos, as ovelhas e os pastores! Pois assim lembramos, como preanunciaram os profetas, que toda a cria\u00e7\u00e3o participa na festa da vinda do Messias. Os anjos e a estrela-cometa s\u00e3o o sinal de que tamb\u00e9m n\u00f3s somos chamados a p\u00f4r-nos a caminho para ir at\u00e9 \u00e0 gruta adorar o Senhor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00abVamos a Bel\u00e9m ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer\u00bb (Lc 2, 15): assim falam os pastores, depois do an\u00fancio que os anjos lhes fizeram. \u00c9 um ensinamento muito belo, que nos \u00e9 dado na simplicidade da descri\u00e7\u00e3o. Ao contr\u00e1rio de tanta gente ocupada a fazer muitas outras coisas, os pastores tornam-se as primeiras testemunhas do essencial, isto \u00e9, da salva\u00e7\u00e3o que nos \u00e9 oferecida. S\u00e3o os mais humildes e os mais pobres que sabem acolher o acontecimento da Encarna\u00e7\u00e3o. A Deus, que vem ao nosso encontro no Menino Jesus, os pastores respondem, pondo-se a caminho rumo a Ele, para um encontro de amor e de grata admira\u00e7\u00e3o. \u00c9 precisamente este encontro entre Deus e os seus filhos, gra\u00e7as a Jesus, que d\u00e1 vida \u00e0 nossa religi\u00e3o e constitui a sua beleza singular, que transparece de modo particular no Pres\u00e9pio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6 &#8211; Nos nossos Pres\u00e9pios, costumamos colocar muitas figuras simb\u00f3licas. Em primeiro lugar, as de mendigos e pessoas que n\u00e3o conhecem outra abund\u00e2ncia a n\u00e3o ser a do cora\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m estas figuras est\u00e3o pr\u00f3ximas do Menino Jesus de pleno direito, sem que ningu\u00e9m possa expuls\u00e1-las ou afast\u00e1-las dum ber\u00e7o de tal modo improvisado que os pobres, ao seu redor, n\u00e3o destoam absolutamente. Antes, os pobres s\u00e3o os privilegiados deste mist\u00e9rio e, muitas vezes, aqueles que melhor conseguem reconhecer a presen\u00e7a de Deus no meio de n\u00f3s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Pres\u00e9pio, os pobres e os simples lembram-nos que Deus Se faz homem para aqueles que mais sentem a necessidade do seu amor e pedem a sua proximidade. Jesus, \u00abmanso e humilde de cora\u00e7\u00e3o\u00bb (Mt 11, 29), nasceu pobre, levou uma vida simples, para nos ensinar a identificar e a viver do essencial. Do Pres\u00e9pio surge, clara, a mensagem de que n\u00e3o podemos deixar-nos iludir pela riqueza e por tantas propostas ef\u00e9meras de felicidade. Como pano de fundo, aparece o pal\u00e1cio de Herodes, fechado, surdo ao jubiloso an\u00fancio. Nascendo no Pres\u00e9pio, o pr\u00f3prio Deus d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 \u00fanica verdadeira revolu\u00e7\u00e3o que d\u00e1 esperan\u00e7a e dignidade aos deserdados, aos marginalizados: a revolu\u00e7\u00e3o do amor, a revolu\u00e7\u00e3o da ternura. Do Pres\u00e9pio, com meiga for\u00e7a, Jesus proclama o apelo \u00e0 partilha com os \u00faltimos como estrada para um mundo mais humano e fraterno, onde ningu\u00e9m seja exclu\u00eddo e marginalizado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Muitas vezes, as crian\u00e7as (mas os adultos tamb\u00e9m!) gostam de acrescentar, no Pres\u00e9pio, outras figuras que parecem n\u00e3o ter qualquer rela\u00e7\u00e3o com as narra\u00e7\u00f5es do Evangelho. Contudo esta imagina\u00e7\u00e3o pretende expressar que, neste mundo novo inaugurado por Jesus, h\u00e1 espa\u00e7o para tudo o que \u00e9 humano e para toda a criatura. Do pastor ao ferreiro, do padeiro aos m\u00fasicos, das mulheres com a bilha de \u00e1gua ao ombro \u00e0s crian\u00e7as que brincam\u2026 tudo isso representa a santidade do dia a dia, a alegria de realizar de modo extraordin\u00e1rio as coisas de todos os dias, quando Jesus partilha conosco a sua vida divina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7 &#8211; A pouco e pouco, o Pres\u00e9pio leva-nos \u00e0 gruta, onde encontramos as figuras de Maria e de Jos\u00e9. Maria \u00e9 uma m\u00e3e que contempla o seu Menino e O mostra a quantos v\u00eam visit\u00e1-Lo. A sua figura faz pensar no grande mist\u00e9rio que envolveu esta jovem, quando Deus bateu \u00e0 porta do seu cora\u00e7\u00e3o imaculado. Ao an\u00fancio do anjo que Lhe pedia para Se tornar a m\u00e3e de Deus, Maria responde com obedi\u00eancia plena e total. As suas palavras \u2013 \u00abeis a serva do Senhor, fa\u00e7a-se em Mim segundo a tua palavra\u00bb (Lc 1, 38) \u2013 s\u00e3o, para todos n\u00f3s, o testemunho do modo como abandonar-se, na f\u00e9, \u00e0 vontade de Deus. Com aquele \u00absim\u00bb, Maria tornava-Se m\u00e3e do Filho de Deus, sem perder \u2013 antes, gra\u00e7as a Ele, consagrando \u2013 a sua virgindade. N\u2019Ela, vemos a M\u00e3e de Deus que n\u00e3o guarda o seu Filho s\u00f3 para Si mesma, mas pede a todos que obede\u00e7am \u00e0 palavra d\u2019Ele e a ponham em pr\u00e1tica (cf. Jo 2, 5).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao lado de Maria, em atitude de quem protege o Menino e sua m\u00e3e, est\u00e1 S\u00e3o Jos\u00e9. Geralmente, \u00e9 representado com o bord\u00e3o na m\u00e3o e, por vezes, tamb\u00e9m segurando um lampi\u00e3o. S\u00e3o Jos\u00e9 desempenha um papel muito importante na vida de Jesus e Maria. \u00c9 o guardi\u00e3o que nunca se cansa de proteger a sua fam\u00edlia. Quando Deus o avisar da amea\u00e7a de Herodes, n\u00e3o hesitar\u00e1 a p\u00f4r-se em viagem emigrando para o Egito (cf. Mt 2, 13-15). E depois, passado o perigo, reconduzir\u00e1 a fam\u00edlia para Nazar\u00e9, onde ser\u00e1 o primeiro educador de Jesus, na sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia. Jos\u00e9 trazia no cora\u00e7\u00e3o o grande mist\u00e9rio que envolvia Maria, sua esposa, e Jesus; homem justo que era, sempre se entregou \u00e0 vontade de Deus e p\u00f4-la em pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8 &#8211; O cora\u00e7\u00e3o do Pres\u00e9pio come\u00e7a a palpitar, quando colocamos l\u00e1, no Natal, a figura do Menino Jesus. Assim Se nos apresenta Deus, num menino, para fazer-Se acolher nos nossos bra\u00e7os. Naquela fraqueza e fragilidade, esconde o seu poder que tudo cria e transforma. Parece imposs\u00edvel, mas \u00e9 assim: em Jesus, Deus foi crian\u00e7a e, nesta condi\u00e7\u00e3o, quis revelar a grandeza do seu amor, que se manifesta num sorriso e nas suas m\u00e3os estendidas para quem quer que seja.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O nascimento duma crian\u00e7a suscita alegria e encanto, porque nos coloca perante o grande mist\u00e9rio da vida. Quando vemos brilhar os olhos dos jovens esposos diante do seu filho rec\u00e9m-nascido, compreendemos os sentimentos de Maria e Jos\u00e9 que, olhando o Menino Jesus, entreviam a presen\u00e7a de Deus na sua vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00abDe fato, a vida manifestou-se\u00bb (1 Jo 1, 2): assim o ap\u00f3stolo Jo\u00e3o resume o mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o. O Pres\u00e9pio faz-nos ver, faz-nos tocar este acontecimento \u00fanico e extraordin\u00e1rio que mudou o curso da hist\u00f3ria e a partir do qual tamb\u00e9m se contam os anos, antes e depois do nascimento de Cristo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O modo de agir de Deus quase cria vertigens, pois parece imposs\u00edvel que Ele renuncie \u00e0 sua gl\u00f3ria para Se fazer homem como n\u00f3s. Que surpresa ver Deus adotar os nossos pr\u00f3prios comportamentos: dorme, mama ao peito da m\u00e3e, chora e brinca, como todas as crian\u00e7as. Como sempre, Deus gera perplexidade, \u00e9 imprevis\u00edvel, aparece continuamente fora dos nossos esquemas. Assim o Pres\u00e9pio, ao mesmo tempo que nos mostra Deus tal como entrou no mundo, desafia-nos a imaginar a nossa vida inserida na de Deus; convida a tornar-nos seus disc\u00edpulos, se quisermos alcan\u00e7ar o sentido \u00faltimo da vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9 &#8211; Quando se aproxima a festa da Epifania, colocam-se no Pres\u00e9pio as tr\u00eas figuras dos Reis Magos. Tendo observado a estrela, aqueles s\u00e1bios e ricos senhores do Oriente puseram-se a caminho rumo a Bel\u00e9m para conhecer Jesus e oferecer-Lhe de presente ouro, incenso e mirra. Estes presentes t\u00eam tamb\u00e9m um significado aleg\u00f3rico: o ouro honra a realeza de Jesus; o incenso, a sua divindade; a mirra, a sua humanidade sagrada que experimentar\u00e1 a morte e a sepultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao fixarmos esta cena no Pres\u00e9pio, somos chamados a refletir sobre a responsabilidade que cada crist\u00e3o tem de ser evangelizador. Cada um de n\u00f3s torna-se portador da Boa-Nova para as pessoas que encontra, testemunhando a alegria de ter conhecido Jesus e o seu amor; e f\u00e1-lo com a\u00e7\u00f5es concretas de miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os Magos ensinam que se pode partir de muito longe para chegar a Cristo: s\u00e3o homens ricos, estrangeiros s\u00e1bios, sedentos de infinito, que saem para uma viagem longa e perigosa e que os leva at\u00e9 Bel\u00e9m (cf. Mt 2, 1-12). \u00c0 vista do Menino Rei, invade-os uma grande alegria. N\u00e3o se deixam escandalizar pela pobreza do ambiente; n\u00e3o hesitam em p\u00f4r-se de joelhos e ador\u00e1-Lo. Diante d\u2019Ele compreendem que Deus, tal como regula com soberana sabedoria o curso dos astros, assim tamb\u00e9m guia o curso da hist\u00f3ria, derrubando os poderosos e exaltando os humildes. E de certeza, quando regressaram ao seu pa\u00eds, falaram deste encontro surpreendente com o Messias, inaugurando a viagem do Evangelho entre os gentios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10 &#8211; Diante do Pres\u00e9pio, a mente corre de bom grado aos tempos em que se era crian\u00e7a e se esperava, com impaci\u00eancia, o tempo para come\u00e7ar a constru\u00ed-lo. Estas recorda\u00e7\u00f5es induzem-nos a tomar consci\u00eancia sempre de novo do grande dom que nos foi feito, transmitindo-nos a f\u00e9; e ao mesmo tempo, fazem-nos sentir o dever e a alegria de comunicar a mesma experi\u00eancia aos filhos e netos. N\u00e3o \u00e9 importante a forma como se arma o Pres\u00e9pio; pode ser sempre igual ou modific\u00e1-la cada ano. O que conta, \u00e9 que fale \u00e0 nossa vida. Por todo o lado e na forma que for, o Pres\u00e9pio narra o amor de Deus, o Deus que Se fez menino para nos dizer qu\u00e3o pr\u00f3ximo est\u00e1 de cada ser humano, independentemente da condi\u00e7\u00e3o em que este se encontre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, o Pres\u00e9pio faz parte do suave e exigente processo de transmiss\u00e3o da f\u00e9. A partir da inf\u00e2ncia e, depois, em cada idade da vida, educa-nos para contemplar Jesus, sentir o amor de Deus por n\u00f3s, sentir e acreditar que Deus est\u00e1 conosco e n\u00f3s estamos com Ele, todos filhos e irm\u00e3os gra\u00e7as \u00e0quele Menino Filho de Deus e da Virgem Maria. E educa para sentir que nisto est\u00e1 a felicidade. Na escola de S\u00e3o Francisco, abramos o cora\u00e7\u00e3o a esta gra\u00e7a simples, deixemos que do encanto nas\u00e7a uma prece humilde: o nosso \u00abobrigado\u00bb a Deus, que tudo quis partilhar conosco para nunca nos deixar sozinhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dado em Greccio, no Santu\u00e1rio do Pres\u00e9pio, a 1 de dezembro de 2019, s\u00e9timo do meu pontificado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FRANCISCO<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>Para Recordar:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>S\u00e3o Le\u00e3o Magno: \u201cSe nos apelamos \u00e0 condescend\u00eancia inef\u00e1vel da divina miseric\u00f3rdia que induziu o Criador dos homens a fazer-se homem, ela elevar-nos-\u00e1 \u00e0 natureza d\u2019Aquele que adoramos na nossa\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>Santo Ireneu: \u201cNa sua vinda, [Cristo] trouxe consigo toda a novidade\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Papa Em\u00e9rito Bento XVI: \u201cO Criador que tudo sustenta nas suas m\u00e3os, de Quem todos n\u00f3s dependemos, faz-Se pequeno e necessitado do amor humano\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Papa Pio XII: \u201cO Verbo Eterno, caminho, verdade e vida, nascendo na desola\u00e7\u00e3o de uma gruta e de tal modo nobilitando e santificando a pobreza, dava assim in\u00edcio \u00e0 sua miss\u00e3o de doutrina, de salva\u00e7\u00e3o, de resgate do g\u00eanero humano\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II: \u201cV\u00f3s, \u00f3 Cristo, que contemplamos hoje entre os bra\u00e7os de Maria, sois o fundamento da nossa esperan\u00e7a!\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Santo Agostinho: \u201cDeus enviou-nos o seu Filho, para que, participando da nossa mortalidade por amor, nos fizesse participantes da sua divindade por ado\u00e7\u00e3o\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>Papa Francisco: \u201cO dom precioso do Natal \u00e9 a paz, e Cristo \u00e9 a nossa paz verdadeira. Cristo bate \u00e0 porta dos nossos cora\u00e7\u00f5es para nos conceder a paz, a paz da alma. Abramos as portas a Cristo!\u201d (Angelus, 21 de dezembro de 2014).<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>Padre Pio de Pietrelcina: \u201cQue Jesus Menino seja a estrela que te guia atrav\u00e9s do deserto desta vida!\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ora\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe\u00e7a ao Menino Jesus muito amor<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Menino Jesus, no Teu anivers\u00e1rio, refaz o<\/strong><\/p>\n<p><strong>milagre da distribui\u00e7\u00e3o do p\u00e3o do amor,<\/strong><\/p>\n<p><strong>porque os homens se esquecem de que tamb\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p><strong>s\u00e3o capazes de realizar o que Tu ensinaste.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pr\u00edncipe da paz, devolve ao mundo a Tua paz.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Reavive, Menino, no cora\u00e7\u00e3o dos homens,<\/strong><\/p>\n<p><strong>a compaix\u00e3o, o amor e a miseric\u00f3rdia,<\/strong><\/p>\n<p><strong>para que eles cuidem das crian\u00e7as do mundo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Que sejam alimentadas, n\u00e3o sofram nem chorem.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong>Exame de Consci\u00eancia<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ora\u00e7\u00e3o Inicial<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Senhor Pai Santo, iluminai o meu cora\u00e7\u00e3o com a gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo para poder reconhecer com humildade os meus pecados e confessa-los com clareza e arrependimento sincero. Por Cristo Nosso Senhor. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Exame:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o a Deus<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Dirijo-me a Deus somente em caso de necessidade? Participo na Missa dominical e nos dias de preceito? Come\u00e7o e termino o meu dia com a ora\u00e7\u00e3o? Invoquei em v\u00e3o o nome de Deus, de Maria e dos Santos? Envergonho-me de me apresentar como crist\u00e3o? O que fa\u00e7o para crescer espiritualmente, como e quando o fa\u00e7o? Revolto-me diante dos des\u00edgnios de Deus? Pretendo que seja Ele a cumprir a minha vontade?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sei perdoar, partilhar, ajudar o pr\u00f3ximo? Julgo sem piedade, tanto em pensamento quando com palavras? Caluniei, roubei, desprezei os mais pequenos e indefesos? Sou invejoso, col\u00e9rico, parcial? Tomo conta dos pobres e dos doentes? Envergonho-me da carne do meu irm\u00e3o ou da minha irm\u00e3?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sou honesto e justo com todos ou alimento a &#8220;cultura do descart\u00e1vel&#8221;? Instiguei os outros a fazer o mal? Observo a moral conjugal e familiar que o Evangelho ensina? Como vivo as responsabilidades educativas para com os meus filhos? Honro e respeito os meus pais? Rejeitei a vida ap\u00f3s a concep\u00e7\u00e3o? Desperdicei o dom da vida? Ajudei a faz\u00ea-lo? Respeito o ambiente?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o a mim mesmo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sou um pouco mundano e pouco crente? Exagero em comer, beber, fumar e divertir-me? Preocupo-me em excesso com a sa\u00fade f\u00edsica, com os meus bens? Como uso o meu tempo? Sou pregui\u00e7oso? Procuro ser servido? Amo e cultivo a pureza de cora\u00e7\u00e3o, de pensamentos e de a\u00e7\u00f5es? Nutro vingan\u00e7as, alimento rancores? Sou manso, humilde, construtor de paz?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li><strong>Ato de Contri\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Senhor, eu me arrependo sinceramente de todo mal que pratiquei e do bem que deixei de fazer. Pecando, eu vos ofendi, meu Deus e meu sumo bem, digno de ser amado sobre todas as coisas. Prometo firmemente, ajudado com a vossa gra\u00e7a, fazer penit\u00eancia e fugir \u00e0s ocasi\u00f5es de pecado. Am\u00e9m!<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li><strong>Ora\u00e7\u00e3o Final<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Para terminar o nosso Retiro colhendo dele frutos que permane\u00e7am, rezemos:<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo Consolador, concedei-me o dom da fortaleza.<\/em><\/p>\n<p><em>Fortalecei minha alma para superar as dificuldades de cada dia,<\/em><\/p>\n<p><em>os tormentos das persegui\u00e7\u00f5es e as ins\u00eddias do maligno.<\/em><\/p>\n<p><em>Ajudai-me a ser forte em meio \u00e0s fraquezas espirituais,<\/em><\/p>\n<p><em>para que eu seja sinal de Teu amor e bondade.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo de Luz, concedei-me o dom da sabedoria.<\/em><\/p>\n<p><em>Que eu tenha o discernimento necess\u00e1rio para distinguir o mal do bem,<\/em><\/p>\n<p><em>a mentira da verdade, a guerra da paz.<\/em><\/p>\n<p><em>Que Tua santa sabedoria ilumine os espa\u00e7os confusos de minha alma.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo Par\u00e1clito, concedei-me o dom do entendimento,<\/em><\/p>\n<p><em>para que eu compreenda corretamente a vontade do Pai Celestial para minha vida.<\/em><\/p>\n<p><em>Dai-me entender o pr\u00f3ximo com amor, miseric\u00f3rdia e paz.<\/em><\/p>\n<p><em>Que eu compreenda, com todo meu ser,<\/em><\/p>\n<p><em>o amor de Cristo Jesus por mim e pela humanidade.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo, Advogado Celestial, concedei-me o dom da ci\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>Que, iluminado pela Tua luz divina, eu compreenda corretamente<\/em><\/p>\n<p><em>os planos de Deus para minha vida, e seja obediente aos ensinamentos divinos.<\/em><\/p>\n<p><em>Sendo assim, um sinal permanente da miseric\u00f3rdia do Mestre Jesus no mundo.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo, Conselheiro Divino, concedei-me o dom do conselho.<\/em><\/p>\n<p><em>Ilumina meu entendimento, para que eu busque em Deus as respostas para minhas d\u00favidas e inquieta\u00e7\u00f5es humanas e espirituais. Colocai em meus l\u00e1bios palavras que restabele\u00e7am a paz no mundo, e ajudai-me a levar sempre um conselho que devolva \u00e0s almas aflitas a serenidade em Deus.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Divino Esp\u00edrito Santo, concedei-me o dom da piedade.<\/em><\/p>\n<p><em>Que minhas ora\u00e7\u00f5es sejam pontes de amor, que unam meu cora\u00e7\u00e3o ao cora\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><em>de Deus Pai e do Cristo Senhor. Que meu fervor espiritual se renove sempre, para que minha alma frutifique na f\u00e9 e na esperan\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Esp\u00edrito Santo, Consolador dos aflitos, concedei-me o dom do temor de Deus,<\/em><\/p>\n<p><em>para que eu tenha sempre frente meus olhos, a bondade divina, e que meus pensamentos, palavras e a\u00e7\u00f5es, n\u00e3o sejam uma ofensa ao amor misericordioso do Pai Celestial. Assim seja!<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Papa Bento XVI, AUDI\u00caNCIA GERAL, Sala Paulo VI, Quarta-feira, 4 de janeiro de 2012, In: <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/benedict-xvi\/pt\/audiences\/2012\/documents\/hf_ben-xvi_aud_20120104.html\">https:\/\/www.vatican.va\/content\/benedict-xvi\/pt\/audiences\/2012\/documents\/hf_ben-xvi_aud_20120104.html<\/a>, pesquisado em 26.11.2021.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <strong>Catequese de Bento XVI no Tempo de Natal, <\/strong>Roma, Pra\u00e7a do Vaticano, 05\/01\/2011. In: <a href=\"https:\/\/www.presbiteros.org.br\/catequese-de-bento-xvi-no-tempo-de-natal-05012011\/\"><strong>https:\/\/www.presbiteros.org.br\/catequese-de-bento-xvi-no-tempo-de-natal-05012011\/<\/strong><\/a><strong>, <\/strong>pesquisado em 26.11.2021.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Papa Francisco, Carta Apost\u00f3lica Admirabile signum do santo padre Francisco sobre o significado e valor do pres\u00e9pio Greccio, no Santu\u00e1rio do Pres\u00e9pio, a 1 de dezembro de 2019, In: <a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/594807-sinal-admiravel-o-significado-e-o-valor-do-presepio-segundo-o-papa-francisco\">http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/594807-sinal-admiravel-o-significado-e-o-valor-do-presepio-segundo-o-papa-francisco<\/a>. Pesquisado em 26.11.2021.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Chama-se Ato de Contri\u00e7\u00e3o Perfeita a um recurso utilizado quando o penitente est\u00e1 impossibilitado de fazer a confiss\u00e3o sacramental e, para n\u00e3o descumprir o segundo mandamento da Igreja: \u201cconfessar-se ao menos uma vez por ano por ocasi\u00e3o da P\u00e1scoa\u201d, reza fervorosamente uma f\u00f3rmula de Ato de Contri\u00e7\u00e3o, com o firme prop\u00f3sito de receber o Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o t\u00e3o logo poss\u00edvel.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Retirado do livro \u2018Sou Cat\u00f3lico, vivo a minha f\u00e9, Edi\u00e7\u00f5es CNBB, 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o 2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; RETIRO DO M\u00caS DE DEZEMBRO &nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o &nbsp; Neste m\u00eas de dezembro trago como proposta para meditarmos no nosso Retiro Mensal, o tema do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3338,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[4,15],"tags":[],"class_list":["post-3323","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-event","category-retiro-espiritual"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Retiro Espiritual - Dezembro - Pastoral Universit\u00e1ria UniSALESIANO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/unisale.com.br\/novo\/retiro-espiritual-dezembro\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Retiro Espiritual - Dezembro - Pastoral Universit\u00e1ria UniSALESIANO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"&nbsp; 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